segunda-feira, 17 de março de 2014

Aconteceu em Fevereiro...

Fevereiro foi um mês de poucos acontecimentos para quebrar a rotina casa-trabalho-casa e consequentemente poucas imagens registradas, mas ainda assim, vale a pena ser lembrado, mesmo que num post bem atrasado!

Em fevereiro...

... começou o segundo ano letivo da minha filhota. Meu marido e eu fizemos questão de leva-la para a escola cedo, logo aos 7 meses primeiro porque não há na família crianças da idade dela com as quais ela possa brincar e conviver, segundo porque acreditamos que a escola ajuda e muito no desenvolvimento dos pequenos em vários aspectos. Por isso, apesar dela estar apenas na Fase 2, faço questão de falar em aulas. Diferente do que muitas pessoas pensam, as crianças não ficam na creche apenas para serem cuidadas. Existe todo um projeto pedagógico desenvolvido pelo grupo de professoras em sala, que envolve atividades como leitura de estórias, músicas, filmes, brincadeiras, que ajudam as crianças a desenvolver a parte motora e o raciocínio. Quase chorei outro dia, vendo minha filha sentadinha no chão da sala, olhando para a tv e fazendo a coreografia da música “Meu pintinho amarelinho” com as mãozinhas, movimentos esses que aprendeu na escola. Isso sem falar na relação com os coleguinhas – que ela adora - e na importância da convivência dela com outras pessoas que não os familiares. É gritante o desenvolvimento que a minha pequena teve desde seu primeiro dia na escola e sou muito grata a toda a equipe da CEMEI por isso.

... consegui finalmente fazer uma visita aos queridos Juliana e Marcio e conhecer a pequena Manuela. Estávamos nos devendo uma visita, já que não nos víamos desde que saí em licença maternidade em junho de 2012. Um tempão né? Pois é... Foi um café da tarde delicioso na casa deles, com conversas “de mãe pra mãe” e muitos sorrisos, além de vários “não mexa”, “não suba na escada”, “ali é perigoso”.... Coisas de quem leva uma pequena exploradora para uma casa que ela não conhece. Mas marquei bobeira: não tiramos nem uma fotinha sequer para a posteridade. Fica para a próxima.

... terminei de ler o livro “Lola e o Garoto da Casa ao Lado” de Stephanie Perkins, a mesma autora de “Anna e o Beijo Francês”. Em breve vou postar a resenha do livro!












... assisti à terceira temporada inteira de How I Met Your Mother. Falei do meu vício pela série aqui e, como podem ver, não pretendo me curar tão cedo. Ainda faltam 6 temporadas, o que dá aproximadamente 120 episódios, mas com a média de episódios assistidos por mês superando as expectativas logo logo posto um texto falando da série como um todo.

... minhas plantinhas resolveram me presentear! Depois de três meses de casa nova e apesar de muita seca e de um certo relapso por parte da pessoa que deveria cuidar delas (eu), flores e frutos finalmente voltaram a aparecer e consegui fotografa-los! Inspiração para gastar um pouco mais de tempo cuidando delas!





















... fomos, eu, marido e filhota, passear na pequena Ribeirão Bonito, junto com meus sogros e minha cunhada. A cidade é pequena e não conseguimos ver muita coisa, mas almoçamos num restaurante (cujo nome não lembro) com uma comidinha caseira deliciosa e aproveitamos para ir até o Morro Bom Jesus, principal ponto turístico da cidade. Lá é possível visitar a Capela de Nossa Senhora Aparecida e desfrutar de uma vista linda da cidade! Além disso o caminho para chegar até lá em cima é uma atração a parte: com seu piso em pedras é extremamente escorregadio quando molhado e por isso a visitação é proibida nos dias de chuva.


E o seu fevereiro? Como foi?

quarta-feira, 12 de março de 2014

Acabei de Ler: O Garoto da Casa ao Lado – Meg Cabot

Assim como o blog, as leituras andavam abandonadas e confesso que já li este livro faz um tempinho, mas só agora consegui escrever sobre ele.

Comprei O Garoto da Casa ao Lado na minha ida ao sebo, lembram? Achei a capa engraçadinha, não li a orelha antes de decidir compra-lo nem criei expectativas quanto à qualidade de seu conteúdo. Simplesmente coloquei-o na pilha daqueles que eu levaria para casa e pronto. E meu instinto, mais uma vez, jogou a meu favor!


FICHA TÉCNICA


Título: O Garoto da Casa ao Lado
Autor: Cabot, Meg
Editora: Record
Ano da edição: 2004
Idioma original: Inglês
Prêmios: -











É, como está escrito na contra-capa, a melhor comédia romântica que leio desde O Diário de Bridget Jones. É todo escrito em forma de e-mails, numa linguagem que no começo causa estranhamento e uma certa dificuldade em entender quem tá falando o que pra quem. Mas logo logo o leitor se acostuma e esse jogo de troca de mensagens fica super divertido. O livro traz romance, suspense e comédia, ambientado em Nova Yorque com um montão de personagens interessantes: ela, a amiga dela, o noivo da amiga dela, os colegas de trabalho dela, o chefe dela, o pessoal do RH, ele, o irmão dele, a cunhada, as sobrinhas gêmeas e o baby que ainda não nasceu, a avó, o fotógrafo, a modelo, o agente do fotógrafo, o cachorro, os gatos, a tia em coma, o policial, todos personagens cujos nomes prefiro não citar para não estragar as surpresas nem tirar a graça de entender quem é quem nas mensagens. Pode parecer muita gente para um único livro, mas é essa confusão toda que arranca boas risadas e dá uma vontade imensa de não largar o livro. Não é um exemplar dos mais fininhos, mas com essas qualidades todas, é rapidinho de ler.

A diagramação é diferente daquela a que estamos acostumados, justamente por conta da cara de e-mails, com cabeçalho onde estão “De:”, “Para:” e “Assunto:” e um texto todo escrito através das mensagens que os personagens trocam entre si. Só não há mensagens da tia em coma, do baby que ainda não nasceu, do cachorro e dos gatos, por motivos óbvios. Todos os outros personagens, alguns mais outros menos, participam da estória com seus recados.

Gostei tanto do livro que literalmente empurrei-o para a minha irmã e estou ansiosamente aguardando a opinião dela que, mais louca que eu, deve ter a leitura de uns dez livros em andamento, todos devidamente empilhados no criado-mudo ao lado da cama.

Mas nem só de elogios o livro precisa: o que me incomodou muito nele foi o tipo de papel usado para a impressão: sulfite liso, branco e grosso, que deu ao livro uma cara de impressão feita em casa. Não sei até que ponto isso foi intencional, mas não me agradou nem um pouco. Sem contar que o livro pesa uma tonelada por causa desse papel, o que não facilita nem um pouco a leitura na cama com os braços suspensos. Fica a dica, editora ;)




sexta-feira, 7 de março de 2014

Esmalte da Semana: Sofia - Ísis Valverde para Impala

O esmalte da semana é mais um dos recém adquiridos que mostrei aqui. Dessa vez, depois de um rosinha nude, escolhi um vermelho vibrante, o Sofia, da linha Isis Valverde para a Impala.

Adorei a ideia de dar nomes de mulheres aos esmaltes da linha, que você pode conferir na página da marca, afinal acho esmalte uma das coisas mais femininas que existem, mas de todos o nome que para mim melhor representa sua cor é o Sofia. Não sei exatamente porque. Talvez porque me remeta à imagem da divina Sophia Loren, deusa do cinema italiano, com seu corpo cheio de curvas e seus olhos cheios de força. Qual melhor cor senão o vermelho intenso e puro? Pois exatamente essa a tonalidade desse esmalte: um vermelho que se explica por si só, sem muitas nuances de rosas ou laranjas, apenas vermelho. Na unha ele fica simplesmente perfeito, lindo e feminino como poucos.



Confesso que passei a semana pesquisando a tal da esmaltação americana, que havia visto há um tempo nas minhas andanças pela internet e por acaso acabei reencontrando num blog esses dias. Pelos tutoriais parecia um processo sem muitas complicações, onde o mais difícil era passar esmalte da maneira correta e sem fazer muita lambança, deixando toda a facilidade para o processo de limpeza das bordinhas com um pincel chanfrado embebido em removedor.

Então resolvi testar achando que o Sofia seria perfeito e que eu tiraria de letra... Ah tá! Não sei se usei um pincel macio demais, se o removedor que uso não é bom o suficiente ou se qualquer outra coisa. Sei que passar o esmalte começando do centro da unha para as bordas sem melecar a cutícula foi muito, mas muito mais fácil do que eu imaginava, mesmo com a mão esquerda (que tem vontade própria na maioria das vezes) e sei também que ao passar o pincel conseguia remover algumas gotículas de tinta da pele, mas nem de longe consegui dar aquele acabamento curvo perfeito mostrado nas fotos. O Sofia facilitou um bocado minha vida: o pincel do tamanho certo, como todos os esmaltes da Impala, e a pigmentação na intensidade correta fizeram com que duas camadas não muito espessas fossem suficientes para dar uma ótima cobertura. A remoção, como disse, não foi difícil, mas acabei apelando para a dupla palito-e-algodão para terminar o serviço e a pele ficou limpinha, sem a menor sombra daquele borrado rosado que muitos esmaltes vermelhos acabam deixando.

Além de todas as qualidades do esmalte, vale mencionar também a cara do vidrinho: com linhas mais retas mas ainda remetendo ao design da Impala, ganha destaque por sua tampa preta e pelo rótulo, em preto e branco. Nada de extravagante ou extremamente fora do comum, mas diferente na medida certa para chamar a atenção na prateleira e dar destaque ao seu conteúdo.


Ai que vontade de comprar o resto da coleção! Será que vale a pena como esse valeu?