sexta-feira, 30 de maio de 2014

Esmalte(s) da Semana: Ploc e Glitter Prata - Impala e Colorama

Olás!

Mais uma vez aparece por aqui uma dupla de esmaltes lindos! Estou falando do Ploc e do Glitter Prata, que formaram uma combinação que ganhou vários elogios!



O Ploc é um roxo levemente acinzentado maravilhoso da coleção Impala Fun. Comprei ele há um tempo e sua foto apareceu por aqui neste post, quando falei de um monte de esmaltes que havia comprado. Finalmente consigo mostrar este, que daquelas cores, é uma das minhas preferidas. Quem já me acompanha por aqui sabe que sou fã da Impala pela qualidade dos seus esmaltes e pelo formato dos seus pincéis. Mais uma vez ela não me decepcionou, pois o Ploc é fácil de aplicar, se espalha de maneira uniforme na unha sem ficar todo riscado, é bem pigmentado, dando uma boa cobertura já na primeira camada e fácil de limpar.


Para dar a ele um pouco mais de brilho, usei o Glitter Prata, da Colorama. Eu jurava que já havia falado dele para vocês mas me enganei. Então aqui está, para fazer justiça a um dos melhores esmaltes com glitter que já usei. Ele tem uma base transparente e as partículas prateadas são bem pequenas e muito brilhantes. Já apliquei ele com o próprio pincel (juro que vou mostra-lo em breve) e o resultado foi muito bom, sem falhas. Desta vez testei a técnica do ombré nails só na ponta, usando uma esponjinha, e consegui esse efeito de esfumado da ponta para o centro da unha, facilitado pelo fato do glitter ser bem pequeno. 


E mais uma vantagem: os dois esmaltes ainda estão a venda, ao contrário do Ouro Nude, mostrado no último Esmalte da Semana, que, segundo informações da própria Risqué, não está mais sendo fabricado e não há nada parecido oferecido pela marca. L



 
 Então, se você não quiser ficar sem, melhor correr e garantir os seus vidrinhos. Nunca se sabe quando um esmalte, mesmo que lindo, vai sair de linha!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Bolo de café!

Olás!

Neste post, quando falei da compra da batedeira nova, eu falei que marido havia deixado claro que era para eu usar a nova aquisição, certo? Pois bem, agora toda semana tenho que fazer um bolinho e quando procuro uma receita ele tem que usar batedeira. Aí encontrei, mais uma vez no livro Bolo de Avó, um que além da batedeira leva café, um dos meus vícios, e pronto: corri para a cozinha!

Pra variar eu não tinha todos os ingredientes e tive que abrir mão das nozes e ele não ficou crocante como o nome da receita, mas não foi isso que me deu uma sensaçãozinha de medo. Ao contrário de outras receitas, esse leva os ovos inteiros e não as claras em neve e com isso a massa fica bem espessa, daquelas que deve ser ajeitada na forma com uma espátula pois não se acomoda sozinha. Confesso que fiquei ao final do preparo fui conferir no livro se não tinha me esquecido de nada e com receio dele não dar certo. Mesmo assim ele ficou uma delícia, leve, perfumado, sem ser doce demais e com um sabor suave de café que deu um toque todo especial.

Com a desculpa de fazer um acompanhamento para o bolo, aproveitei a batedeira na pia para fazer um chantilly macio, que veio acompanhando a fatia no prato polvilhada com chocolate. Não testei, mas acho que uma calda de chocolate ou uma bola de sorvete também vão bem. Se você fizer, me conta?


BOLO DE CAFÉ CROCANTE
(transcrevo a receita original, indicando as adaptações que fiz)

Ingredientes
1 tablete de manteiga em temperatura ambiente (200g)
1 e ½ xícara (chá) de açúcar mascavo
3 ovos
¾ de xícara de café bem forte
1 colher (sobremesa) de essência de baunilha
1 pitada de sal
2 e ½ xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
2 xícaras (chá) de nozes picadas (eu não coloquei)
1 xícara (chá) de açúcar refinado (eu não coloquei)

Modo de preparo
Bata na batedeira a manteiga com o açúcar mascavo. Adicione os ovos e bata até formar um creme claro. Junte o café, a baunilha, o sal, a farinha de trigo e o fermento. Misture bem. Coloque em uma assadeira untada e enfarinhada. Espalhe as nozes por cima da massa e leve ao forno preaquecido em temperatura média por 40 minutos. Espere amornar e polvilhe o açúcar sobre o bolo.

PS: O livro não indica uma dimensão de forma para essa receita e eu optei por usar uma assadeira retangular e o bolo ficou baixinho. E talvez por isso ele demorou apenas 25 minutos para assar e não os 40 indicados pelo livro. Por isso, fique de olho!

PS2: A foto não faz justiça à cor do bolo, pois foi tirada à noite, com a deliciosa iluminação fluorescente da minha cozinha...




segunda-feira, 26 de maio de 2014

Acabei de Ler: Fiquei com o seu número

UAU. Essa é a única palavra que, para mim, consegue resumir o conteúdo de Fiquei com o seu número, de Sophie Kinsella. Para quem não a conhece, Sophie é autora de livros como O segredo de Emma Corrigan, Samantha Sweet executiva do lar e da série Becky Bloom, dos quais já li Delírios de consumo na 5ª Avenida e A lista de casamento de Becky Bloom, todos livros engraçados, de leitura leve e descontraída e que pesaram bastante na decisão da compra de Fiquei com o seu número.



Só que logo nas primeiras páginas achei que tinha me enganado : a estória de Poppy começa poucas semanas antes de seu casamento, com a perda de seu anel de noivado (de esmeralda, “na família há gerações”), com o roubo de seu celular (cujo número ela havia dado a todos aqueles que poderiam de alguma forma ajudar a encontrar o anel) e com o resgate de um celular de uma lata de lixo. Esse aparelho resgatado é corporativo e deveria ser utilizado pela assistente de um dos gerentes de uma grande empresa para filtrar e encaminhar a este mensagens e e-mails importantes. Poppy resolve pegar o celular emprestado por apenas alguns dias, mas a protagonista mal podia imaginar (eu também não) que ela se envolveria até em uma conspiração para acabar com a reputação do fundador da empresa à qual o celular pertencia.


E mal podia eu imaginar como um livro que me deu desespero nas primeiras páginas, poderia se tornar tão profundo e engraçado. Vários personagens pontuam os capítulos, mas é em torno de Poppy e Sam – o empresário – que quase tudo acontece. Poppy é uma fisioterapeuta inglesa à voltas com os preparativos de seu casamento, com sogros intelectuais e insuportáveis, um noivo aparentemente perfeito, uma amiga legal, outra nem tanto e uma cerimonialista folgada. Sam é um empresário superultramega ocupado, grosso, estúpido e, na opinião de Poppy, infeliz.

As páginas vão passando e lições de vida começam a surgir através de situações que tiram os personagens da zona de conforto e que vão mostrando quão diferentes as leituras da lida podem ser. Não certas ou erradas. Simplesmente diferentes.


Como o livro termina? Não posso contar o que está nas últimas páginas, mas posso garantir que se você resolver lê-lo, no final certamente haverá um sorriso estampado no seu rosto!



Sobre a autora
Madeleine Wickham, ou Sophie Kinsella, nasceu em 12 de dezembro de 1969 em Londres. Antes de escrever livros voltados predominantemente para o público feminino (como Fiquei com o seu número e todos os outros que já citei), ela era jornalista de economia, como sua personagem Becky. Para quem quiser saber mais sobre ela, podem encontrar mais no Facebook e em seu site