segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Acabei de Ler: O Poder da Paciência

É o motorista barbeiro que corta a frente dos outros na rua, o serviço de telemarketing da operadora de celular que vive ligando e mandando sms, é a compra feita pela internet que demora o dobro do tempo previsto para chegar na sua casa, é o serviço de atendimento por telefone não gratuito da companhia de seguros que deixa o cliente esperando horas no telefone, é a consulta médica que nunca acontece na hora marcada, é a filha que faz birra, o cliente que muda o pedido depois que o trabalho já está feito, é o esmalte que lasca logo depois da saída do salão da manicure: quantas vezes por dia nos pegamos dizendo "Dai-me paciência!". De acontecimentos mais graves até coisas que podem ser consideradas bobagens, tudo parece testar o nosso poder de autocontrole e muitas vezes quando o dia termina estamos a ponto de explodir devido a todas as situações negativas que nos forçamos a engolir só porque pensamos que "é preciso ter paciência". 

Mas o que significa ter paciência? Mas será que ter paciência significa aturar tudo a ponto de correr o risco até mesmo de gerar problemas de saúde? Ou será que ser paciente é sinônimo de ser trouxa? Ou será a paciência um dom divino, que só alguns escolhidos recebem ao nascer? Segundo Mary Jane Ryan a resposta a todas essas perguntas é não. Para a autora do livro O Poder da Paciência ser paciente não significa se transformar em mártir e nem é uma dádiva dos céus. Ao contrário, paciência é algo que pode ser treinado e seu uso só trará benefícios, como a tranquilidade, a capacidade de encarar a rotina de uma maneira mais tranquila. Além disso, a autora mostra que a paciência é uma das principais características das pessoas que conseguem tudo o que querem, pois sabem esperar e ter a determinação necessária para enfrentar os obstáculos e atingir os objetivos: afinal de contas, como diz o ditado, "quem tem pressa come cru".



Este é basicamente um daqueles livros que podem ser catalogados como de auto-ajuda e sua linguagem é simples, descontraída mas sobretudo sem culpa: a autora afirma que paciência é sobretudo algo que devemos exercitar antes de tudo conosco, com as nossas próprias atitudes e nossos próprios erros, entendendo que somos seres humanos e todos os seres humanos erram. Recomendo muito sua aquisição, porque apesar de não ser nenhum best-seller, O Poder da Paciência é, na minha opinião, um daqueles livros que deve ser lido todas as vezes em que exercitar essa qualidade começa a ficar difícil, mesmo que seja para abri-lo num capítulo aleatório e ler o que M. J. Ryan tem a dizer: pode não resolver todos os problemas, mas certamente acenderá algo de bom e acalmará a fúria que às vezes começa a se instalar em nossas mentes! 

Mudando um pouquinho de assunto: a partir deste post, para todos os livros lidos, decidi colocar no final uma fichinha técnica, aproveitando todas as informações que já anoto no meu caderno de leitura. Aceito críticas construtivas e sugestões!

FICHA TÉCNICA

Título: O poder da Paciência
Autor: Ryan, Mary Jane
Editora: Sextante
Ano da edição: 2006
Idioma original: Inglês
Prêmios: - 


quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Um Luxo por Semana: Tempo

Já falei mais de uma vez aqui sobre o tempo. Ele parece ter se tornado um dos bens mais preciosos e mais escassos que o ser humano pode possuir e acredito que em grande parte por culpa do próprio ser humano. Vivemos num ritmo frenético, sempre cheios de compromissos e o pior é que muitas pessoas se orgulham disso, como se ter uma agenda cheia fosse sinônimo de alguma coisa. Tem gente que chega a marcar na agenda um horário para ter "tempo livre"!

Eu, que sempre gostei de realizar várias atividades ao mesmo tempo, comecei a rever meus conceitos depois que minha filha nasceu. Para manter minha sanidade mental, continuo fazendo várias coisas, mas durante a semana, quando minha filhota chega em casa largo o que estou fazendo para ficar com ela até a ora dela dormir. Não importa se vai demorar quinze minutos ou três horas para chegar a hora dela ir para a cama, importa a qualidade do tempo que passo com ela, que também é um tempo meu, que tiro para reabastecer de energia corpo e alma. 

E foi graças a esses momentos - às vezes pequenos, às vezes nem tanto - que aprendi a também aproveitar outros instantes, a fazer deles pequenos luxos, a aproveitar cada segundo disponível para fazer algo que me dê prazer. Foi o que fiz no fim de semana que passou: fui logo cedo com a minha irmã e minha filhota até a floricultura, comprei algumas mudas de temperos e de flores e à tarde dei a todos eles uma nova casa, em vasos maiores, em terra fofa e adubada. Aproveitei também para limpar e adubar os vasos que andaram abandonados nas últimas semanas, usei os pequenos vasinhos das mudas compradas para semear alface, mostarda, pimenta e tomates que, assim que brotarem e ganharem um tamanho razoável, serão devidamente transplantados para floreiras espaçosas. E fiz tudo isso com a minha filhota do meu lado, acompanhada por uma mamadeira de suco, ora sentadinha na cadeira do meu lado olhando curiosa o que eu fazia, ora explorando o quintal à procura de algo para brincar.


O resultado desse luxo da semana? Vasinhos novos para enfeitar a casa e lembranças inesquecíveis para enfeitar minha memória. 


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Esmalte da Semana: Cinza Super - Impala

A primavera já chegou e parece já ter ido embora para dar lugar a um verão quente e abafado. Sei que até ontem estava reclamando do frio e hoje reclamo do calor, mas vamos combinar: a primavera amena poderia nos dar pelo menos a chance de curti-la um pouquinho, né? 

Como contraponto a esse calor todo e às cores quentes que usei nas últimas semanas, resolvi partir para uma cor fria e mais sóbria e o escolhido foi o Cinza Super da Impala. Ele é um dos integrantes da recém lançada coleção Color Force, que conta com quatro cores e uma base primer, todos com ingredientes como D-Pantenol,  queratina e óleo de macadâmia e promete restabelecer a estrutura das unhas e torna-las mais resistentes e elásticas. Nada melhor que um esmalte lindo e que ainda ajuda a cuidar da saúde das unhas!


Como disse, o Cinza Super é lindo.  É um cinza intenso, cremoso e levemente azulado. Na primeira camada ele fica transparente, mas na segunda a cobertura fica perfeita. Sua aplicação é extremamente fácil devido à sua textura mais "rala" e a limpeza da pele é mais tranquila ainda. Não usei a base primer, mas uma base comum e mesmo assim o resultado merece nota dez.

Apesar de ser uma cor mais fria, o Cinza Super é tão sóbrio que combina muito bem com todas as cores das estações mais quentes e já estou pensando em outras possibilidades de uso, como por exemplo com francesinha ou filha única. Certamente durante a temporada primavera-verão, ele aparecerá mais vezes por aqui!