sábado, 8 de junho de 2013
Oooooi??
Estou indignada com uma situação que eu vivi, que pode parecer besteira para alguns mas que para mim cheira a retrato de realidade. Fui na quarta-feira passada (dia 05 de junho) numa loja bem conhecida do shopping da cidade onde moro. Fui procurar um casaco cinza claro de R$ 119,00 que eu havia visto na loja do centro, onde infelizmente não tinha o meu tamanho (e claro que as vendedoras de uma loja estão proibidas de facilitar a vida do cliente ligando na outra loja para saber se lá tem a peça desejada). A questão é que cheguei no shopping, peguei o casaco na gôndola e fui para o provador. Qual não foi o meu espanto quando, ao vestir o casaco, percebi que os três botões estavam faltando! Devolvi esse para a vendedora, mostrei a ela o defeito e peguei outro. Ao vesti-lo vi que aqui também dois dos três botões estavam faltando e o último se desprendeu na minha mão quando tentei fechar o botão interno! Mostrei para a vendedora, que pegou uma caixa de sapatos cheia de cacarecos e foi procurar os botões. Encontrou um. O casaco tinha um botão reserva. Botão encontrado + botão reserva + botão que caiu = 3 botões. E a vendedora deixou claro que era "só costurar". Só costurar? Eu fui até a loja porque estava procurando uma peça nova, sem defeitos, pronta para ser usada. Larguei o casaco e fui embora. Encontrei o casaco que eu queria em outra loja, e sem defeitos! O mais espantoso é que a vendedora se portou como se aquilo fosse normal. Procurou os botões na caixa com a maior naturalidade, como se aquela situação se repetisse todos os dias. Agora é normal uma loja de renome como a essa onde eu fui vender peças defeituosas na cara dura? Será que perdi algum capítulo dessa novela? Certamente deve haver clientes que levariam a peça numa boa, sem nem ao menos pedir desconto e ainda se desculpariam com a vendedora pelo trabalho dado para procurar os botões. Eu preferi contar isso à loja via mensagem no Facebook. Quem sabe eles não conseguem me convencer de que aquilo foi apenas um "ato falho" e não se repetirá...
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Viciei.
Meu nome é Nora. Comecei com o vício há mais ou menos dois meses. Uma amiga me ofereceu, dizendo que era sen-sa-cio-nal. Me deu 22 logo de cara. Disse que era só a primeira leva, mas que ela tinha muito mais no escritório dela. No começo achei bobagem, achei que não ia virar muita coisa. É sempre assim. Só que viciei, de verdade. Agora não consigo mais ficar sem: é bom demais, é realmente sensacional. Fazem rir, corar, fazer cara feia... Já foram 17 e, com medo de ficar sem, pedi mais à minha amiga. Ela me deu mais uns 30.
Nesse momento estou aqui, depois de mais um e confesso: estou viciada nos episódios de How I Met Your Mother! Eu já gostava de seriados, mas esse é demais! Ted Mosby, o personagem principal, é também narrador que, no primeiro episódio, prometeu a seus filhos como conheceu a mãe deles. Para isso ele começa a narrar um monte de coisas - às vezes engraçadas e às vezes não - que aconteceram com ele e seus amigos Robin Shcherbatsky (a jornalista linda), Barney Stinson (o conquistador que só usa ternos), Marshal Eriksen (o colega de apartamento de Ted) e sua noiva Lily Aldrin (a fofa professora de jardim-de-infância).
É genial. Você se apaixona pelos personagens logo no primeiro episódio e quando percebe, sente até saudade deles quando passa alguns dias sem vê-los. É muito engraçado, de um jeito inteligente, sem aquelas babaquices forçadas nem apelações sexuais baratas que ultimamente tenho visto muito (infelizmente) em seriados de TV paga.
A primeira temporada do seriado é de 2005, já estamos na 8ª e torço para que aconteça a 9ª, a 10ª...
Como ele conheceu a mãe das crianças? Não sei ainda. Afinal eu ainda estou na 1ª temporada! E mesmo que eu soubesse, vou fazer exatamente como a minha amiga fez comigo e não vou contar mais nada. Assista e se deixe viciar!
PS: A imagem eu tirei daqui.
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É genial. Você se apaixona pelos personagens logo no primeiro episódio e quando percebe, sente até saudade deles quando passa alguns dias sem vê-los. É muito engraçado, de um jeito inteligente, sem aquelas babaquices forçadas nem apelações sexuais baratas que ultimamente tenho visto muito (infelizmente) em seriados de TV paga.
A primeira temporada do seriado é de 2005, já estamos na 8ª e torço para que aconteça a 9ª, a 10ª...
Como ele conheceu a mãe das crianças? Não sei ainda. Afinal eu ainda estou na 1ª temporada! E mesmo que eu soubesse, vou fazer exatamente como a minha amiga fez comigo e não vou contar mais nada. Assista e se deixe viciar!
PS: A imagem eu tirei daqui.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Acabei de Ler: Amanhã você vai entender.
Sou apaixonada por livros. Louca por livros. Viciada. Não vivo sem. Adoro passar horas em livrarias, mas como não tem me sobrado muito tempo para alimentar esse vício, me contento (licença poética de posição de pronome) com as compras on-line, que trazem de brinde aquele sentimento bom de expectativa que chega antes do pacote.
Dia desses me deu uma dessas vontades loucas de comprar livros. E queria livros gostosos de ler, que me transportassem para lugares legais, com sentimentos bons, com personagens que me fizessem sorrir. Não queria romances épicos, não queria best-sellers da moda. Queria algo mais leve. E queria indicações, porque se tem uma coisa que me deixa frustrada é não gostar de um livro que estou lendo. Então me lembrei de um lugar onde eu podia encontrar essas indicações e fui passear no A Series of Serendipity. Achei uma lista (bem grande) de livros como esses que eu queria. Anotei o título de alguns e lá fui eu para as lojas virtuais.
Quando as minhas caixas finalmente chegaram, veio a dúvida: qual ler primeiro? Ao acaso escolhi Amanhã você vai entender e não me arrependi: livro gostoso de ler, que me transportou para lugares legais, com sentimentos bons, com personagens que me fizeram sorrir.
A autora Rebecca Stead deu vida a Miranda, uma menina de 12 anos que começa a receber estranhos bilhetes de alguém desconhecido e se vê envolvida num mistério que ela deve desvendar para salvar a vida de seu melhor amigo e do misterioso autor dos recados. Podia ser um livro só para adolescentes, mas não é. É um livro com adolescentes, que fala sobre amizade, lealdade, companheirismo e... Teoria da Relatividade! Daqueles livros que, se você passar da primeira página, não vai querer parar de ler até terminar.
A autora Rebecca Stead deu vida a Miranda, uma menina de 12 anos que começa a receber estranhos bilhetes de alguém desconhecido e se vê envolvida num mistério que ela deve desvendar para salvar a vida de seu melhor amigo e do misterioso autor dos recados. Podia ser um livro só para adolescentes, mas não é. É um livro com adolescentes, que fala sobre amizade, lealdade, companheirismo e... Teoria da Relatividade! Daqueles livros que, se você passar da primeira página, não vai querer parar de ler até terminar.
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