segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

O que li em 2014

No segundo semestre do ano passado voltei a dar aulas de História da Arquitetura e do Urbanismo e li muitos textos sobre os assuntos tratados na sala. Apesar do prazer dessas leituras e as novas descobertas que esses escritos sempre me trazem, acabei ficando com menos tempo do que eu gostaria para ler outros gêneros e menos tempo ainda para escrever sobre aquilo que consegui ler.

Para compensar, aqui vai uma lista dos livros que li em 2014 e uma prévia da minha avaliação.


  • A rainha do castelo de ar - Stieg Larsson  ««««««««««
  • Fiquei com o seu número - Sophie Kinsella «««««
  • Rivergination - Luciana Litizzetto«««««
  • A casa - André Vianco ««««
  • Ti ricordi di me? - Sophie Kinsella ««««
  • A cabeça de Steve Jobs - Leander Kahney ««««
  • Quando as mulheres oram - Pe. Eduardo Malaspina «««««
  • O Vendedor de Sonhos e a revolução dos anônimos - Augusto Cury ««««
  • O lado bom da vida - Matthew Quick «««
  • Sou louca por você - Federica Bosco ««««

Dos dois primeiros já escrevi e, para quem quiser ler ou reler o que eu disse, é só clicar no título do livro. Com relação aos outros, gostaria muito de poder escrever um post específico para cada um deles. Não sei se vou dar conta, mas vou tentar, porque todos valem um comentário mais profundo que apenas estrelinhas!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Como é bom estar de volta!

O blog não morreu. Ficou apenas hibernando durante os últimos meses para que eu pudesse renovar esperanças, buscar novas experiências, encarar novos desafios e realizar sonhos, esses nem tão novos assim. 

Muitas coisas aconteceram por si, outras eu fiz acontecer e, bem ou mal, todas me levaram para um caminho que está me dando um orgulho danado de trilhar.

Estou de volta ao Vida Precisa agora, com novos horizontes, um novo folego, um montão de ideias e uma saudade enorme desse espaço e de vocês que estão aí do outro lado. 

Via Pinterest


Que bom é poder estar aqui de novo e, depois de uma boa repaginada, poder reabrir as portas para vocês!

Sejam, mais uma vez, bem vindos à minha Vida!

terça-feira, 3 de junho de 2014

Cliques! Bologna 2005

Olás! 

Apresento a vocês o primeiro post da série Cliques, da qual já falei aqui. Começo apresentando a cidade italiana de Bologna, ou Bolonha em português. O texto, apesar de ter sido escrito por mim em 2005, durante minha viagem pela Itália, é inédito, pois nunca foi mostrado a ninguém.

Bologna respira arte. Todos os lados para os quais o olho corre nos oferecem uma joia, uma obra prima, como um pequeno diamante lapidado com todo o cuidado e experiência. As ruas e ruelas se parecem bastante umas com as outras, embora todas tenham algo de singular. É estranho e relativamente difícil conseguir se orientar aqui sem ao menos um mapa turístico: uma simples volta no quarteirão corre o risco de se tornar uma maratona. Mas vale a pena. Ao longo do caminho a cidade se mostra, se oferece a quem a visita e retribui com paisagens surpreendentes. Não grandes vistas, estas reservadas à Piazza Maggiore, mas pequenas janelas, gotas de imagens. A cada curva uma surpresa e a casa pórtico um encanto. 

No centro todos os prédios antigos tem loggias, coberturas sobre os passeios à frente dos estabelecimentos comerciais. Todos os tetos são abobadados e todos os pisos revestidos com pedras e mosaicos, dos mais simples aos mais refinados. Os passeios levam, na maioria das vezes, a livrarias: da Feltrinelli Mega Store a pequenas banquinhas que oferecem livros com descontos de 50%. É uma cidade universitária e a impressão que se tem é de que a maioria de seus moradores são jovens. Sem falar na estranha impressão que causa a rua da Universidade: os muros estão cobertos por anúncios de compra-se, vende-se, oferece-se, procura-se, de grafites, de propagandas. Não é difícil encontrar uma rodinha de estudantes tocando violão e fumando cigarros baratos. Uma ilha a parte. Mas a atmosfera da cidade não muda, continua aconchegando sem sufocar. 

Às vezes Bologna parece não estar nem aí com o visitante e então, quando este está mais distraído, ela prepara uma de suas tantas surpresas, de uma ruela nova a um motorista de ônibus extremamente gentil disposto a ajudar uma italiana e uma alemã perdidas na cidade. 

É dessas pequenas coisas que Bologna é construída. Os tijolinhos ocre de deus prédios antigos são coadjuvantes.  

Fonte no Parco della Montagnola
Porta Galliera

Teatro Arena del Sole
Via Santo Stefano
As duas Torres
Piazza Maggiore - Palazzo dei Notari
Basilica di San Petronio
Palazzo d'Accursio XIII
Fontana di Nettuno
Palazzo del Podestà
Basilica e Palazzo dei Notari - Detalhe
Palazzo d'Accursio XIII - Torre do relógio
Igreja de San Giacomo Maggiore
Loggia da igreja de San Giacomo Maggiore
Palazzo Malvezzi de Medici (Piazza Rossini)
Cattedrale di San Pietro
Loggia in Via dell'Indipendenza
Loggiato del Parco della Montagnola