quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Unhas da Semana: Figo - Impala

Há fins de semana em que ficamos loucamente procurando algo para fazer que não seja ficar em casa assistindo TV. Em outros tudo o que queremos é descansar mas tudo parece acontecer: a faxineira, que limpa seu lar a cada duas semanas, já fez o serviço semana passada e essa semana é a vez da dona da casa; o cunhado faz aniversário, vai ter festinha no sábado à noite e você, claro, não conseguiu comprar o presente ainda; no domingo vai ter almoço na casa da sua mãe que vai fazer aquele prato especial; mas no domingo também vai ter almoço na casa de uma querida para comemorar o aniversário dela, para quem também, claro, você ainda não comprou o presente; e para terminar no sábado é aniversário do seu padrinho querido, que acabou de operar o ombro, carece de uma visitinha e para quem você, claro, não comprou presente ainda. Moral: sábado de manhã na correria para comprar os presentes, sábado à tarde fazendo faxina e sábado à noite festa. Eis que bate o pânico: com faxina e festa no mesmo dia, como ficam as unhas? E aí você agradece a si mesma por fazer as unhas toda semana, porque com experiência e cutícula reduzida, tudo fica mais fácil.
E então porque não arriscar e tentar passar um tom de roxo ou de vermelho em tempo de pit-stop de Fórmula 1? Foi o que eu fiz: escolho o Figo, da Impala, uma cor que eu adoro e que combinava super bem com o vestido verde sálvia e os brincos pendentes escolhidos para a festa. 


Ele faz parte da coleção Impala Novo 70, lançada pela marca em 2011. É um tom que se aproxima do ameixa, só que um pouco mais rosado. A textura é ótima, de fácil aplicação, e os pincéis da Impala merecem elogios, pelo menos para mim. Ao contrário de outros esmaltes desse tom, não é muito pigmentado e duas camadas são bem vindas. Se eu tivesse tempo, teria certamente passado uma terceira para dar mais intensidade à cor, mas certamente não secaria completamente antes que eu encostasse a unha em algum lugar e estragasse todo o serviço feito.  O vidrinho já está pela metade, porque é uma daquelas cores lindas que a gente não se cansa de usar. 


terça-feira, 17 de setembro de 2013

Um Luxo por Semana #4: Livros, Livros, Livros!

Quando eu estava na 3ª série, uma professora substituta resolveu levar a turma para a biblioteca e pediu para cada aluno pegar um livro, levá-lo para casa e devolvê-lo na semana seguinte. Ela não fazia ideia da chavinha que estava sendo acionada na minha cabecinha... Nascia naquele momento a minha grande, enorme, imensa paixão pela leitura. 
A paixão, contudo, não se resume apenas ao ato de ler, mas estende-se aos livros como objetos colecionáveis e, junto com o amor pelos livros, cresceu também a vontade de ter uma biblioteca em casa. Ou será de morar em uma biblioteca? Bem, ainda estou longe de poder considerar meu acervo uma Biblioteca com "B" maiúsculo, mas garanto que isso é apenas uma questão de tempo e de dinheiro. Tenho livros espalhados pela casa inteira, na sala, no quarto, na cozinha, no quarto da pequena. As estantes estão ficando pequenas para tantos volumes. Só me falta ocupar o banheiro e a área de serviço com eles, mas talvez (disse talvez!) isso fique um pouco exagerado e algo me diz que maridinho não ia curtir muito a ideia.  
Apesar da opinião do Bem e do iminente colapso das prateleiras, resisto mais a uma liquidação de roupas e sapatos do que à compra de livros, mesmo que eles não estejam em promoção. Se encontro os queridinhos com um bom preço na internet, aiaiai. E quando minha irmãzinha resolve, na mesma semana da compra pela rede com descontos, me convidar para visitar um sebo, o resultado dá LUXO da Semana! Isso mesmo, LUXO. Porque a quantidade de livros que entraram para a minha coleção merece letras bem grandes. 
Em primeiro lugar devo dizer que a ida ao sebo foi uma delícia, primeiro porque fui com a segunda filha mais linda dos meus queridos pais, que é declaradamente a minha melhor companheira para esse tipo de loucurinha e segundo porque dá para imaginar os pulinhos (mentais) de alegria que dei na hora em que entrei num lugar cheio de livros, né?



Não consegui tirar muitas fotos e essas não dão a noção do que o sebo oferece. Ele está instalado numa casa antiga, daquelas com pé-direito alto, piso de madeira e portas dos quartos de duas folhas, e o charme dos livros, organizados por assunto e por ordem alfabética de sobrenome de autores e mantidos em ótimas condições apesar de usados, só é ressaltado por esse cenário. Por causa do tempo curto (fomos na hora do almoço) e do orçamento contido, limitamo-nos às salas de literatura estrangeira e de literatura brasileira e dessas duas salas foram 4 volumes para o meu acervo:

1. Fernão Capelo Gaivota - Richard Bach


2. O vendedor de sonhos - Augusto Cury


3. A garota que não sabia ler - John Harding

4. O garoto da casa ao lado - Meg Cbbot



Com exceção de Fernão Capelo Gaivota, que eu queria ter na minha estante desde o colegial, os títulos acima foram levados meio por acaso: fui corrento o indicador pelas costas dos livros e puxei aqueles que de alguma forma chamaram minha atenção, quase como se eles se deslocassem um pouquinho para fora do alinhamento com os outros e sussurrassem: "Leve-me para casa". Tive que atender ao chamado de livros órfãos e dar-lhes um lar.
Como disse no começo, minha coleção foi incrementada também por outros tantos livros comprados no mundo virtual. Estes nada tem de órfãos, mas ninguém merece passar o resto da vida num armazém empoeirado, nem os livros. São todos títulos que eu tinha anotado na minha listinha de desejos para uma futura compra, que acabou sendo menos futura do que eu imaginava.

1. A arte de fazer acontecer - David Allen


2. Como salvar uma hora todos os dias - Michael Heppell


3. Os 7 hábitos das famílias altamente eficazes - Stephen Covey


4. O catolicismo hoje - Luis Felipe Pondé


Já comecei a leitura, e em breve resenhas e mais resenhas serão colocadas aqui no blog e no Skoob. 
Todos os recém-chegados, aqueles em processo de leitura e aqueles ainda não, estão aguardando que o devido lugar seja encontrado para eles na minha casa. Por enquanto aguardam todos juntinhos empilhados no meu criado-mudo e meu marido já olha para eles com um certo ar de desprezo (ou será ciúmes?) toda vez que entra no quarto. Juro que não entendo o porque. 






sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Sexta-feira 13.

Sexta-feira 13 é considerado por muitos um dia de azar, daquele em que as pessoas pensam duas vezes antes de sair de casa, tomam uma série de precauções, rezam, jogam sal grosso pelo caminho, dão meia-volta ao ver um gato e, se algo errado acontece, a culpa é logo da combinação dia da semana + dia do mês. Para os italianos, ao contrário, a sexta-feira 13 é um dia de sorte, sendo substituída em seu papel de dia azarado pela sexta 17.
Especificamente para mim, essa tal sexta-feira 13 sempre fora mais um dia do mês, como qualquer outro, nem de sorte exacerbada nem de azar incontrolável. Até o ano passado, quando ela se tornou o dia mais especial em toda a minha vida e do meu marido: o dia do nascimento da nossa filhota. 
Hoje nossa pequena completa 14 meses. Nossa princesa. Nosso sagui. Nosso bebezinho. Nosso suricatinho. Nossa lindeza. Nosso coração. Nosso amor. Nosso mosquitinho. Nossa vida. Nosso melhor projeto. Nossa bênção. Esses são apenas alguns dos adjetivos que já usamos para chamar esse ser tão precioso que veio para mudar a nossa vida e a de mais umas dez pessoas, pelo menos. Ela é a alegria da casa, sempre sorridente, dando tchauzinho e mandando beijos para quem olhar para ela e esboçar um "como ela é fofa". 
Tão pequena, precisando aprender tudo para viver nesse mundo e ao mesmo tempo tão capaz de ensinar tantas coisas. Com ela aprendi a sorrir mais, mesmo às 6 da manhã, depois de uma noite mais curta do que gostaria, com ela esticando os braços querendo brincar. Aprendi o que significa amor incondicional e descobri que esse a gente consegue sentir só mesmo pelos filhos. Aprendi a ter medos tão desmedidos quanto esse amor. Aprendi que a frase "ter filhos é ter um coração batendo fora do corpo" é pura verdade. Aprendi a aproveitar ao máximo cada instante, cada minuto, cada segundo passado ao lado dela. Aprendi a sentir uma alegria que transcende todos os limites a cada "primeiro" dela: o primeiro choro, o primeiro sorriso, a primeira imitação, a primeira vez em que ficou sentadinha sozinha, a primeira vez que ficou em pé, o primeiro, o segundo, o terceiro dentinho, a primeira vez que falou mamãe (isso foi há mais ou menos um mês), os primeiros passos na sala da casa da vó (há duas semanas), a primeira ralada no joelho (exatamente domingo passado). Aprendi a comemorar cada pequena conquista dela com um "Eeeeeee!!!". Aprendi tanto e ainda tenho muito a aprender. 
E assim as sextas-feiras 13, dias azarados para alguns, arrancam sorrisos da minha boca: como poderia ser diferente se esse é o dia em que a minha maior sorte nasceu?