quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Esmalte da semana: Forró - Nati

Quatro dias em casa por causa do feriado prolongado são uma delícia, ainda mais quando conseguimos fazer aquele monte de coisas que estavam programadas há tempo. Uma dessas coisas era mexer na minha horta e fazer novos vasinhos de flores, atividades que, mesmo usando luvas, acabaram judiando das minhas mãos. Depois de um dia inteiro entre plantas e flores (que em breve aparecerão por aqui), consegui fazer as unhas às 10 da noite e - pasmem! - o resultado ficou bem bom na minha opinião. 
Queria muito passar um esmalte escuro, para contrastar com o branquinho da semana passada, que mostrei aqui, mas o adiantado da hora e a luz fluorescente da sala me sussurravam que não seria uma boa ideia. Por isso parti para um nude, daqueles nude pero no mucho. Já havia passado o esmalte em questão uma vez, mas só fui me lembrar de quanto o seu poder de cobertura é eficiente no momento em que passei a primeira camada: é tão bom que pensei duas vezes antes de passar a segunda. No fim acabei cedendo e não me arrependi. Sua textura é fina sem ser rala e isso facilitou demais a aplicação, a secagem foi super rápida e, apesar de ter ido dormir pouco depois de ter terminado a manicure, o esmalte não acordou todo texturizado no dia seguinte, mesmo sem ter utilizado um top coat. Como coadjuvante usei o spray de secagem rápida da Risqué (que é ótimo, aliás), mas quando o esmalte não seca rápido por si só não há spray milagroso que acelere o processo. 

A cor final ficou um leite com chocolate cremoso, como disse antes nude pero no mucho, resultado de um esmalte que, apesar de discreto, não é nem um pouco sem graça nem faz a unha desaparecer. Definitivamente aprovado para manicures de altas horas!

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Caderno de Leitura

Que devoro livros já não é mais segredo. Louca por organização então, já virou apelido. Eis que, belo dia, passeando por blogs, descobri que a Moleskine, marca de cadernos pela qual tenho verdadeira adoração, disponibiliza uma caderneta onde é possível registrar todos os dados dos livros lidos. Já conhecia o Film Journal, mas não sabia, até então, da existência do Book Journal. Quando o descobri, depois de dar mentalmente vários pulinhos de alegria, fui logo pesquisar para saber quanto custa e se era vendido no Brasil. As respostas às minhas perguntas foram decepcionantes: quase R$ 94,00 em uma livraria brasileira famosa ou mais ou menos R$ 60,00 (pagos em dólares) se comprado numa livraria internacional que na época não cobrava frete. Ao ver esses precinhos levemente salgados, resolvi então fazer meu próprio Book Journal aproveitando o fundo do meu caderno GTD. 

Escrevi a mão os campos Nome, Autor, Editora, Idioma de Origem, Prêmios, Lido em, Data da 1ª edição, Data da minha edição e deixei um campo para observações e citações. Não é um Moleskine, mas atende muito bem seus objetivos. Preencho essas informações todas as vezes que termino a leitura de um livro e são elas que me ajudam a montar os textos da série Acabei de Ler aqui do blog.
Além de ajudar com os textos do blog, essas fichas me dão a oportunidade de repassar mentalmente os livros lidos e de perceber a velocidade com a qual estou lendo (oba!), velocidade que infelizmente os textos do blog não tem conseguido (ainda) acompanhar.
Já tenho um bom tanto de livros fichados, um melhor que o outro, e todos eles estarão em breve aqui no blog, devidamente apresentados, com o texto correspondente e a foto de suas capas. Afinal, pra que unir duas paixões se não torná-las públicas depois?

sábado, 17 de agosto de 2013

Crueldade também dá flores!

Não é apenas a primavera que traz flores. O inverno me deu de presente a primeira florada de violetas que consigo desde que percebo quanto gostava de plantas e resolvi me meter a cuidar de algumas. Outras espécies já haviam me presenteado com suas flores, mas as violetas eram sempre um caso a parte: água demais, água de menos, muito sol, muita sombra, vento, calor... Enfim, nunca antes havia conseguido manter minhas violetas bonitas. Fazê-las florescer, então! Mas recentemente uma querida amiga me deu algumas dicas valiosas  e aqui está o resultado:


Orgulho!
Não posso deixar de dizer que essas flores são dedicadas à Dany e à sua preciosa frase: "Para fazer violeta florescer, tem que estressar a plantinha". Parecia cruel, mas não é que deu certo??